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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

José Serra e a Globo, podem mais ???

como a Rede Globo e o Candidato José serra combinaram tudo.. até nas vinhetas !!!!!!


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O resultado das urnas em 31 de outubro de 2010 comprovou que os dois não podem mais nada

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100420/not_imp540574,0.php




http://noticias.r7.com/brasil/noticias/coordenador-de-campanha-de-dilma-na-web-diz-jingle-da-globo-faz-campanha-para-serra-20101219.html


http://redeglobo.globo.com/novidades/noticia/2010/04/rede-globo-suspende-veiculacao-de-campanha-comemorativa-de-45-anos.html

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ACORDO ENTRE O BRASIL E O FMI

É O JULGAMENTO IMPIEDOSO DA HISTÓRIA

A maioria dos políticos envolvidos com o governo FHC (1994-2002) nega qualquer tipo de plano ou intenção até de privatizar Petrobras.
Pois bem, vamos rever o acordo assinado entre esse governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Assim, teríamos a certeza sobre o que aquele governo tramava.

Fontes para rever o texto completo do acordo:
1-Memorando de Política Econômica 08/03/1999, disponível em http://www.fazenda.gov.br/portugues/fmi/fmimpe02.asp
2-Brazil Memorandum of Economic Policies, March 8, 1999, disponível em http://www.imf.org/external/np/loi/1999/030899.htm

Ajuste Fiscal
08/03/1999
Memorando de Política Econômica
I. Antecedentes
II. Perspectivas Econômicas para 1999
III. Política Fiscal
IV. Políticas Financeira e Monetária

 
18. Com determinação o governo dará continuidade à sua política de modernização e redução do papel dos bancos públicos na economia. O Banco Meridional uma instituição federal foi privatizado em 1998 e em 1999 o sexto maior banco brasileiro o BANESPA agora sob administração federal será privatizado. Ademais o Governo solicitou à comissão de alto nível encarregada do exame dos demais bancos federais (Banco do Brasil Caixa Econômica Federal BNDES BNB e BASA) a apresentação até o final de outubro de 1999 de recomendações sobre o papel futuro dessas instituições tratando de questões como possíveis alienações de participações nessas instituições fusões vendas de componentes estratégicos ou transformação em agências de desenvolvimento ou bancos de segunda linha. Essas recomendações serão analisadas e decisões serão tomadas pelo Governo antes do final do ano sendo que as determinações serão implementadas no decorrer do ano 2000. O Governo já se decidiu sobre a privatização da administradora de ativos afiliada ao Banco do Brasil (BB/DTVM) e do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB BRASIL-RE). Ao mesmo tempo continuará o processo de privatização fechamento ou transformação dos bancos estaduais restantes em agências de desenvolvimento. A privatização dos bancos dos grandes estados especialmente os da Bahia e do Paraná deverá ocorrer em 1999 dando seguimento às privatizações bem sucedidas dos bancos estaduais do Rio de Janeiro Minas Gerais e Pernambuco entre outros nos últimos dois anos.
V. Setor Externo
VI. Políticas Estruturais


27. O Governo pretende acelerar e ampliar o escopo do programa de privatização - que já se configura como um dos mais ambiciosos do mundo. Em 1999 o Governo pretende completar a privatização das companhias federais geradoras de energia e no ano 2000 iniciará o processo de privatização das redes de transmissão de energia. No âmbito dos Estados espera-se que a maioria das companhias estaduais de distribuição de energia seja privatizada ainda em 1999. O Governo também anunciou que planeja vender ainda em 1999 o restante de sua participação em empresas já privatizadas (tais como a Light e a CVRD) bem como o restantes de suas ações não-votantes na PETROBRAS. O arcabouço legal para a privatização ou arrendamento dos sistemas de água e esgoto está sendo preparado. O Governo também pretende acelerar a privatização de estradas com pedágios e a venda de suas propriedades imobiliárias redundantes. Estima-se que a receita total do programa de privatização para o ano de 1999 seja de R$ 27 8 bilhões (quase 2 8 por cento do PIB) (do total cerca R$ 24 2 bilhões serão gerados no nível federal) com mais R$ 22 5 bilhões no período 2000 - 2001.



Fontes para rever o acordo:


1-Memorando de Política Econômica 08/03/1999, disponível em http://www.fazenda.gov.br/portugues/fmi/fmimpe02.asp


2-Brazil Memorandum of Economic Policies, March 8, 1999, disponível em http://www.imf.org/external/np/loi/1999/030899.htm

domingo, 26 de dezembro de 2010

FHC - Dor de cotovelo

FHC falando das obras "imaginárias" do governo Lula

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FHC precisa esconder um pouco sua frustração. Mas, será possível ?? Perder por um metalúrgico !!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Crise financeira mundial 2008

Comparação indispensável entre dois tipos de governo

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Algums "rótulos" foram repetidos várias vezes para iludir a opinião pública (futoros eleitores):
- O PSDB é o partido dos competentes, inteligentes (rsrsrsrsrs), preparados, enfin, dos sabe-tudo.
- Lula tem um governo de sindicalistas, despreparados, incompetentes, irresponsáveis.

A crise mundial 2008 foi a ocasião perfeita pra ver e saber "quem é quem".. quem é competente, e quem é o falastrão.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Hardtalk com o presidente Lula -Íntigra


Entrevista séria com o presidente lula

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Entrevista concedida em 04/07/2007 - BBC

A entrevista, com o presidente Lula, mostrou porque ele é considerado uma das personalidades mais influentes no mundo de hoje.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pra aqueles que têm memória curtíssima



Cearenses comem lagarto para não morrer de fome
1983

Foto e texto: Delfim Vieira (Jornal do Brasil- 1983)

Texto, fornecido pelo fotógrafo, originalmente preparado para acompanhar a foto na inscrição no Prêmio Esso de 1983 (o que não chegou a ser feito):

Estas são fotos do período 17 a 26 de agosto de 1983, em que tentei, com o repórter Egídio Serpa, retratar a seca do Nordeste para o Jornal do Brasil. O conjunto e cada uma delas revelam a realidade de milhões de brasileiros após cinco anos consecutivos sem chuvas.

Logo à chegada ao Ceará, dirigi-me ao interior, aos chamados bolsões da seca. Não foi preciso andar muito para me deparar com cenas inesquecíveis, principalmente para quem vive no “sul-maravilha” (como diria o Henfil). A primeira, foi uma leva de homens famintos atravessando um grande açude, absolutamente seco, em direção ao povoado conhecido, ironicamente, como Lagoa do Juvenal. Iam receber os Cr$15 mil prometidos na frente de trabalho. Não conseguiram, e, nesse dia, quatro cidades foram invadidas e saqueadas.


Mas, eu ainda tinha visto pouco, quase nada. Dia seguinte, encontramos em Irauçaba, a somente 150 quilômetros do luxuoso hotel onde estava hospedado em Fortaleza, uma família que se alimentava de ratos-do-mato (punaré) há três anos. No primeiro momento, o Egídio pensou tratar-se do peixe tucunaré, mesmo sendo algo impossível naquele lugar. Era rato mesmo, semelhante às ratazanas daqui.
Novamente instalado em meu quarto de hotel, deprimido e sem conseguir dormir, vi pela televisão o prefeito de Apuiarés tentando sensibilizar o Governo para a gravidade da situação do município. Lá, dizia, estavam comendo calangos (lagartixas) para sobreviver. Se eu estivesse aqui, provavelmente reagiria com descrédito. Seria possível? Exagero?

Não era. Encontramos no dia 22 um homem muito enrugado e muito magro, que nos mostrou o produto de um dia de caça: um calango morto com atiradeira, pronto para virar torresmo e ser comido em pedacinhos, com farinha, por toda uma família. Essa foto deu origem a duas charges (uma de Ziraldo, outra de Chico Caruso), além de provocar uma discussão no Congresso Nacional entre senadores do PDS e PMDB – “é válido mostrar algo tão brutal?” – discordavam. Tenho certeza que sim.

 
Foto de DelfimVieira de um cearense com um lagarto na mão - foto 22/08/1983 (Jornal do Brasil)

“O Francisquinho eu tô quase certa que vai morrer, e este aqui, na barriga, vai pelo mesmo caminho”. Acho que, em toda minha vida, não vou jamais esquecer aquela mulher grávida, rodeada de crianças com olhos saltados pela desnutrição, dizendo esperar pela morte dos filhos. E eu também era expectador, só que sem entender como a fome e o desespero podiam transformar-se e traduzir-se em conformadas palavras. Fiz a foto, no mesmo instante em que desejava ser chamado de volta ao Rio pelo jornal. Era terrível pensar que, se ficasse ali uns dois meses, conseguiria fotografar o nascimento de uma criança e, com certeza, sua morte menos até de dois meses depois – como informavam os atestados de nascimento e óbitos do cartório de Ideal.

A última foto foi feita no caminho para o Aeroporto de Fortaleza. À certeza e gratificação profissional da tarefa realizada, misturavam-se alívio, sentimentos de culpa e de impotência por voltar ao Rio, deixando aquilo tudo para trás. Foi então que vi aquela multidão de homens, mulheres e crianças maltrapilhos. A capital, até aquele instante acompanhando a seca somente através de relatórios e entrevistas dos prefeitos do interior, estava sendo invadida silenciosamente.

 Do sertão tinham vindo aquelas centenas de pessoas em busca de algo para comer e beber. Não foi preciso pedirem. Sua chegada teve imediata reação de comerciantes amendrontados, temerosos de saques; rápida e prontamente, começaram a distribuir alimentos em frente às escadarias da catedral de Fortaleza. Quando parti, aquela gente devia estar comendo pela primeira vez em muitos dias, sei lá quantos.

Delfim Vieira > Começou no Jornal do Brasil, onde estagiava pelo curso de Administração de Empresas, como laboratorista, para em seguida se tornar fotógrafo, em 1978. Trabalhou no JB até 1986, de onde se demitiu durante a cobertura da Copa do Mundo do México.
Foi para O Globo, tendo chegado à função de Coordenador da Fotografia.
Em 1993, transferiu-se para a sucursal carioca de O Estado de São Paulo, chefiando o setor de Fotografia até 2001.
Aposentado em 2000, foi free-lancer por uns tempos, mas atualmente é funcionário da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, RJ.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Hardtalk com Fernando Henrique Cardoso -Íntigra

FHC em uma entrevista de verdade !!


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                                      Entrevista concedida em 25 de setembro de 2007 - BBC

O ex-presidente pensava que a BBC fará uma entrevista no "Estilo " Globo ou Veja...
A entrevista foi uma verdadeira inquisição, e o ex-Presidente perdeu o argumento em vários momentos.

* Entre em contato com esse blog para ter o texto da entrevista (inteira) traduzida em português..

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Cântico Negro

Cântico negro
José Régio

 


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Cântico Negro de Maria Bethânia - legenda em francês


"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!


José Régio
, pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira, nasceu em Vila do Conde em 1901. Licenciado em Letras em Coimbra, ensinou durante mais de 30 anos no Liceu de Portalegre. Foi um dos fundadores da revista "Presença", e o seu principal animador. Romancista, dramaturgo, ensaísta e crítico, foi, no entanto, como poeta. que primeiramente se impôs e a mais larga audiência depois atingiu. Com o livro de estréia — "Poemas de Deus e do Diabo" (1925) — apresentou quase todo o elenco dos temas que viria a desenvolver nas obras posteriores: os conflitos entre Deus e o Homem, o espírito e a carne, o indivíduo e a sociedade, a consciência da frustração de todo o amor humano, o orgulhoso recurso à solidão, a problemática da sinceridade e do logro perante os outros e perante a si mesmos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O tempo salva a verdade da mentira e da inveja



O tempo salva a verdade da mentira e da inveja (Time Saving Truth from Falsehood and Envy) é a obra do pintor francês François Lemoyne (Paris, 1688 - 1737), também chamado François Le Moine, considerado um dos maiores expoentes desse movimento durante a primeira metade do século XVIII.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Chico Buarque - Paratodos (clipe oficial)

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Todos são brasileiros, não há hierarquia , nem paulista, nem nordestino. chega de "regionalismo", chega de gente que se acha tudo, e nem consegue ter uma visão além do seu bairro ..
É preciso entender que o tempo passou e mudou, o Brasil também...

domingo, 28 de novembro de 2010

A mensagem - a História do Islam (o filme)

A Mensagem (filme)
A Mensagem (em árabe: الرسالة , Ar Risalah; em inglês: The Message) é um filme do ano de 1976 dirigido pelo diretor árabe, Mustafah Akkad, que narra a vida do Profeta Muhammad, ou Maomé. O filme foi lançado em duas versões: a versão em inglês e em árabe, e o filme narra o início da história do Islam.
O filme se inicia com os primeiros anos de Maomé como profeta de Deus, na cidade de Meca. Pelos insultos aos ídolos da Caaba e pelos seus ensinamentos, ele e os seus seguidores (os muçulmanos) são perseguidos, o que os faz imigraram para a cidade de Medina e, depois de conflitos e guerras, os muçulmanos retornam à Meca vitoriosos. São descritos séries de acontecimentos, como a Batalha de Badr e Batalha de Uhud, e os personagem principais do filme são Hamza ibn 'Abd al-Mutalib (o tio de Maomé) , Abu Sufyan (líder de Meca e patriarca do coraixitas) e sua esposa Hind bint Utbah (inimiga do Islão que, mais tarde, tornou-se muçulmana).

Produção
O diretor Mustafah Akkad enfrentou Hollywood para fazer um filme sobre as origens do Islam e teve que ir para fora do Estados Unidos para levantar o dinheiro da produção para o filme. Falta de dinheiro para a produção quase encerrou a produção do filme, até que o financiamento foi finalmente fornecido pelo atual chefe do Estado Líbio, Muammar al-Gaddafi. O filme foi feito na Líbia e em Marrocos e a produção teve quatro meses e meio para construir as cidades de Meca e Medina, como eram no tempo de Maomé.
O diretor do filme, Mustafah Akkad, viu o filme como uma forma de ponte entre o mundo ocidental e islâmico, declarando em uma entrevista de 1976:
"Eu fiz o filme porque é uma coisa pessoal para mim. Além de sua produção de valores como um filme, que tem a sua história, a sua intriga, o seu drama. Além de tudo isso, eu acho que foi algo pessoal, mesmo sendo sobre muçulmanos que viveram no Oriente, eu senti que era minha obrigação, meu dever, de dizer a verdade sobre o Islam. É uma religião que tem 700 milhões de seguidores, mas ainda é tão pouco conhecida e é isso que me surpreende. Achei que deveria contar a história que irá fazer esta abertura para o Ocidente."
Akkad filmou uma versão árabe do filme (em que Muna Wassef interpreta Hind bint Utbah) com um elenco formado por atores árabes e uma autra versão com atores não árabes. Ele achava que a versão em inglês com uma dublagem em árabe não seria suficiente, sendo que os árabes agem diferente do estilo de Hollywood.

Representação de Maomé
De acordo com as crenças muçulmanas sobre representações de Maomé (e de todos os outros símbolos sagrados, mesmo de outras religiões), ele não foi retratado, nem sua voz foi ouvida. Esta regra foi também obedecida em relação à suas esposas, suas filhas, seus filhos (adotidos) e seus califas (Abu Bakr As-Siddique, Ali ibn Abi Talib, , Omar ibn Khattab e Uthman ibn Affan).
Sempre que Maomé estava presente ou muito perto, sua presença foi indicada pela música de órgão. Suas palavras, como ele falou delas, foram repetidas por outras pessoas, como Hamza, Zayd e Bilal (um escravo abissínio libertado). Quando uma cena exigia sua presença, a ação foi filmada de seu ponto de vista e outros estavam em cena para um diálogo inédito.

Elenco na versão em inglês
  • Anthony Quinn - Hamza
  • Irene Papas - Hind
  • Michael Ansara - Abu Sufyan
  • Johnny Sekka - Bilal
  • Damien Thomas - Zayd
  • Michael Forest - Khalid
  • Donald Burton - Ammar
  • Ewen Solon - Yasir Ewen
  • André Morell - Abu-Talib
  • Wolfe Morris - Abu-Lahab
  • Rosalie Crutchley - Sumayyah
Prêmios
O filme foi indicado para o Oscar de 1977 como Melhor Música, Trilha Sonora Original pela música de Maurice Jarre.

O trecho publicado no blog
Em 615 (D.P) , em Makkah, os muçulmanos eram perseguidos para que abdicassem desta crença; contudo, ela tornava-se cada vez mais enraizada nos seus corações.

o Profeta por não consentir a situação dos muçulmanos e, pelo conhecimento que possuía em relação às qualidades do rei da Abissínia, ordenou aos seus seguidores p...ara que emigrassem àquele pais africano e só voltassem quando a situação melhorasse na Arábia.
Quando os incrédulos souberam desta emigração, tentaram impedí-la, porém, os muçulmanos já tinham seguido rumo à Abissínia.
Quando lá chegaram, os incrédulos usaram todo o tipo de artimanha a fim de influenciar o rei Negus, para que este expulsasse os muçulmanos, aproveitando-se do fato do rei ser cristão; disseram até que os muçulmanos falavam mal de Jesus, etc.
O rei, justo que era, mandou chamar os refugiados muçulmanos e procurou saber acerca da veracidade das acusações. Pela voz de Jáffar Ibn Abi Tálib, responderam que adoravam uma só Divindade e, para o tal, seguiam o profeta Muhammad , que lhes ensinava a moral, o amor mútuo e a libertação dos vícios que proliferavam entre eles; quanto a Jesus, leram trecho do alcorão.
O rei não duvidou que se tratavam de ensinamentos Divinos e que o profeta Muhammad era verdadeiro. Assim, recusou o pedido dos enviados incrédulos e instruiu aos muçulmanos que continuassem no exílio até que a situação do seu país melhorasse.



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                                                                   Trecho do filme



Poster do filme